Pirataria no Brasil: 59% dos softwares são pirateados

No ano passado, segundo dados da Business Software Alliance (BSA) em cima de estudo conduzido pela IDC, detectou-se que de cada 100 softwares no mercado brasileiro, 59 são piratas!

O prejuízo gerado por tanta pirataria foi a bagatela de US$ 1,617 bilhão no país, equivalente a cerca de R$ 2,684!

Os três países com as maiores taxas de pirataria são a Armênia (93%), Bangladesh (92%) e Azerbaijão (92%).


Os três países com as menores taxas de pirataria são Estados Unidos (20%), Luxemburgo (21%) e Nova Zelândia (22%).

Porém, apesar de ter a menor taxa de pirataria, os EUA, tem os maiores prejuízos, ultrapassando US$ 8 bilhões.

Apesar de todo o esforço das autoridades em combater a pirataria, que resultaram na apreensão de mais de 2 milhões de CDs contendo programas piratas, existe um grande incentivo a perpetuação da pirataria: o poder de compra do brasileiro e os preços elevados dos softwares.

Sim, é muito mais fácil, ir no camêlo e pagar "20 paus" em um programa pirateado, do que ir numa loja e pagar R$ 100 - 150, em um software original. Não tenho intenção de incentivar a pirataria, mas falta um pouco mais de visão das empresas de software, que tal como a indústria fonográfica, só pensam em lucros exorbitantes. Por exemplo, o Nero 8 custa R$ 179,00, Windows Vista Ultimate R$ 989,00....

Vale ressaltar, que a busca por produtos pirateados, não é exclusividade dos menos favorecidos, muita das vezes são pessoas das classes econômicas mais avantajadas.

Depois as empresas ficam choramingando que a pirataria gera muitos prejuízos, em vez de combater a pirataria, seria muito mais fácil tornar os preços mais acessíveis aos consumidores. Algo muito interessante (já comum em outros países), seria o investimento em vendas de músicas pela internet, o que possibilita custos mais baixos e maior facilidade de acesso.

Inspiração: Folha Online

Que tal dar uma passada no Estúrdio Blog´s New?

4 comentário (s)

liverig disse...

A pirataria enfraquecerá ou se extinguirá apenas quando os preços destes produtos forem semelhantes ou significativamente menores aos produtos piratas, tornando inviável esta prática.

Lembra da referência?

Não me esqueci, dê uma olhada em: http://liverig.wordpress.com/2008/05/19/policiais-terao-que-fechar-a-boca-em-mocambique/

MoorpheuSs disse...

Re: Liverig

Diriamos preços "equiparados", com certeza combateria a pirataria de melhor forma do que com práticas coercitivas.

Um exemplo, com relação a música: É mais acessível, pagar 5 reais em um Cd pirata, do que pagar 20-30 num cd original, que claro tem um trabalho gráfico, tem maior qualidade, etc, mas o que importa no final das contas é o preço!

E como a indústria fonográfica combate isso? Dizendo que os CANTORES perdem! O que uma puta duma mentira, afinal a maior parte do ganho pela vendagem de cd´s vai para as gravadoras, o cantor mesmo fatura pelos seus shows.

Valeu pela referência!

Abraços.

Elizabeth disse...

Concordo com você, e já havia feito um cometário a respeito desse assunto.
Parabéns,
Abraço

MoorpheuSs disse...

Re: Elizabeth

Olá, obrigado pelos parabéns e pela visita.

Volte sempre.

Bjs.

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